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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Variação linguistica;


Variação de uma língua é o modo pelo qual ela se diferencia, sistemática e coerentemente, de acordo com o contexto histórico, geográfico e sócio-cultural no qual os falantes dessa língua se manifestam verbalmente. É o conjunto das diferenças de realização linguística falada pelos locutores de uma mesma língua. Tais diferenças decorrem do fato de o sistema linguístico não ser unitário, mas comportar vários eixos de diferenciação: estilístico, regional, sociocultural, ocupacional e etário. A variação e a mudança podem ocorrer em algum ou em vários dos subsistemas constitutivos de uma língua (fonético, morfológico, fonológico, sintático, léxico e semântico). O conjunto dessas mudanças constitui a evolução dessa língua.

A variação é também descrita como um fenômeno pelo qual, na prática corrente de um dado grupo social, em uma época e em certo lugar, uma língua nunca é idêntica ao que ela é em outra época e outro lugar, na prática de outro grupo social. O termo variação pode também ser usado como sinônimo de variante. Existem diversos fatores de variação possíveis - associados a aspectos geográficos e sociolinguísticos, à evolução linguística e ao registro linguístico.
(Wikipedia)
Cadê Teu Suin? - Los Hermanos

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O que estudar para o Enem: Língua Portuguesa

LÍNGUA PORTUGUESA

O candidato deve mostrar-se capaz de:
I. interpretar textos literários e não-literários, considerando o contexto em que foram produzidos, sua natureza e especificidade;
II. reconhecer o emprego adequado de recursos lingüísticos na composição de frases, parágrafos e textos coerentes, coesos e adequados à situação de comunicação;
III. identificar o emprego e utilizar corretamente as normas do padrão culto da Língua Portuguesa.

1. Elementos de comunicação
2. Funções da linguagem
3. Figuras de linguagem
4. Ortografia
5. Emprego e colocação pronominal
6. Concordância verbal e nominal
7. Regência verbal e nominal
8. Pontuação
9. Emprego dos modos e tempos verbais
10. Termos da oração
11. Coordenação e subordinação
12. Descrição, narração e dissertação
13. Literatura (características e autores representativos dos principais movimentos da literatura brasileira: Barroco, Arcadismo, Romantismo, Realismo, Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo, Pré-modernismo e Pós-modernismo)



Fonte; http://www.vestibular1.com.br/

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Pleonasmo

    Pleonasmo é um tipo de figura de estilo. O considerado uma redundância (propositada ou não) numa expressão, enfatizando-a.

Na literatura também denominado pleonasmo de reforço, estilístico ou semântico, trata-se do uso do pleonasmo como figura de estilo para enfatizar algo num texto. Grandes autores usam muito este recurso. Nos seus textos os pleonasmos não são considerados vícios de linguagem, e sim pleonasmos literários.

Em casos viciosos o pleonasmo vicioso trata-se da repetição desnecessária de algum termo ou ideia na frase. Essa não é uma figura de linguagem, e sim um vício de linguagem.

Como por exemplo: 
  • Subir para cima.
  • Hemorragia de sangue.
  • Entrar para dentro.
  • Suicidou-se a si mesmo.
  • Panorama geral.
  • Adiar para depois.
  • Encarar de frente.
  • Fogo que arde.
  • Descer para Baixo.
Veja outros exemplos de pleonasmo em diferentes situações:

Pleonasmos literários

"Iam vinte anos desde aquele dia
Quando com os olhos eu quis ver de perto
Quanto em visão com os da saudade via."
(Alberto de Oliveira)

"Morrerás morte vil na mão de um forte."
(Gonçalves Dias)

"Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal"
(Fernando Pessoa)

"O cadáver de um defunto morto que já faleceu"
(Roberto Gómez Bolaños)

"E rir meu riso"
(Vinícius de Moraes)

Pleonasmo musical

"Vamos fugir para outro lugar"
(Gilberto Gil)

"Eu vivo na espera de poder viver a vida com você."
(Charlie Brown Jr)


Veja esse vídeo, onde o comediante Marcius Melhem critica o uso do pleonasmo e entenda ainda mais sobre esse tema!



Fonte: Wikipedia, http://pt.wikipedia.org/wiki/Pleonasmo acesso em 07 de novembro de 2013.

Figuras de Pensamento, Palavra e Sintaxe.

  Além do eufemismo, da hipérbole e da ironia, também são figuras de pensamento:


  • Antítese: Figura pela qual se realçam ideia de sentido contrario;
''Não existiria som se não
Houvesse o silêncio
Não haveria luz se não
Fosse a escuridão
A vida é mesmo assim
Dia e noite, não e sim.''

            (Lulu Santos, Coisa Certa)


  • Personificação ou prosopopeia ou animismo: Atribuição de características tipicas de humanos a seres inanimados ou irracionais.
                  O Vento gemia em minha janela.



Quanto ás figuras de palavras, além do Símile e da metáfora, conhecemos:
  • Catacrese: emprego de uma palavra pela ausência de um termo especifico;
                  A perna da cadeira havia quebrado.

  • Metonímia: emprego de uma palavra em lugar de outra por haver entre elas uma relação de proximidade. 
                 O Brasil aplaudiu as jogadoras campeãs.



As figuras de construção, ou figuras de sintaxe, são usadas para conferir maior expressividade, elegância, concisão a uma frase. Entre elas podemos destacar: 
  • Polissíndeto: repetição intencional de uma conjugação (geralmente a conjunção e) para indicar ações sucessivas;
                E se olhavam, e sorriram, e trocaram carinhos...
  • Pleonasmo: repetição de um termo para enfatizar-lo.
              Garanto que vi o raio verde com meus próprios olhos.


Veja a primeira parte desse conteúdo clicando aqui.


Fonte: CAMPOS, E.; CARDOSO, M. P.; ANDRADE, L. S. Viva português 9º ano. Atica Editora, 2012.

Denotação, Conotação e Figuras de Linguagem.

Na linguagem denotativa, as palavras são empregadas em seu sentido comum, habitual, aquele que aparece nos dicionários. (Dica para recordar: Pense Denotativo,  dicionario).

Na linguagem conotativa, as palavras assumem um novo valor, não literal. Nela empregam-se as figuras de linguagem - entre elas, as figuras de palavras e as figuras de pensamento.

Figuras de pensamento são alterações no sentido original das palavras, expressões e frases que, muitas vezes, não aparecem na expressão escrita ou falada, pois acontecem no próprio processo de elaboração mental da expressão. 
Exemplos de figuras de pensamento:


  • Eufemismo: substituição de uma palavra ou expressão que pode soar desagradável ou grosseira ao interlocutor por outra mais suave. 
                 A mulher dará à  luz uma menina. (dar à luz substitui parir).
  • Hipérbole: Expressão que indica o exagero de uma ideia. 
                Vou levar um século para terminar de estudar! 

  • Ironia: Sugere o contrario do que se afirma explicitamente e que só é reconhecida pelo contexto ou pela entonação. 
                Você é tão pontual que chegou somente com uma hora de atraso.


As figuras de palavras dizem respeito a mudança de sentido de palavras. Duas figuras de palavras frequentes na literatura e na expressão cotidiana são a Símile e a metáfora.


  • Símile ou comparação: Comparação entre elementos diferentes ligados por uma conjunção. Na maioria das vezes a o uso da conjunção, como e tal qual.
                Muitos políticos são espertos como raposas.

  • Metáfora: Comparação entre dois termos baseada em uma relação de semelhança. Não aparece a conjunção nem a característica comum aos elementos comparados. 
               O nascer do Sol era um incêndio no horizonte.



Veja a segunda parte dese conteúdo clicando aqui.

Fonte: CAMPOS, E.; CARDOSO, M. P.; ANDRADE, L. S. Viva português 9º ano. Atica Editora, 2012.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Diferença entre: Semântica, Sintaxe e a Morfologia.

   A duvida de muitos estudantes ou ate mesmo aqueles que já deixaram a escola há um tempinho, é a diferença entre Semântica, Sintaxe e a Morfologia; o que vamos falar hoje.

De acordo om o site Brasil escola, a nossa língua portuguesa é um sistema de diferentes formas e significados e de seus entrelaçamentos. Por esse motivo é sistematizada em três modos de análise de elementos que a compõe:

 • Morfologia: é parte da língua que estuda os morfemas, ou seja, tudo que nos diz sobre gênero e número dos substantivos; tempo, modo, número e pessoa de um verbo e classe gramatical.

• Sintaxe: é a parte da língua que estuda o modo como o falante transmite a informação, a maneira com que organiza e relaciona as palavras em uma oração.

• Semântica: é a parte da língua que estuda o significado das palavras, os sentidos que elas podem tomar de acordo com o contexto.


Espero que tenham ajudado! Bons estudos!

Artigo de opinião

Artigo de Opinião

    Artigo, segundo a ABNT, é um texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, processos, técnicas e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Os artigos contêm comentários, análises, críticas, contrapontos, e às vezes ironia e humor.

Como o nome diz, Artigo de Opinião é aquele que exprime a opinião do autor.


Características:

      * Argumentação é uma forte característica, o autor tenta a todo tempo convencer, persuadir o leitor acerca de sua opinião, sua posição. Não há como ficar neutro em um Artigo de Opinião.

      * Exprime a opinião, o posicionamento do autor sobre determinado assunto.

      * É uma redação geralmente curta cujo tamanho quem determinará será o autor
      * Normalmente feito em 1ª pessoa, mas também pode aparecer em 3ª pessoa.

      * As ideias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, ele deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados.


Outros aspectos persuasivos são as orações no imperativo (seja, compre, ajude, favoreça, exija, etc.) e a utilização de conjunções que agem como elementos articuladores (e, mas, contudo, porém, entretanto, uma vez que, de forma que, etc.) e dão maior clareza às ideias.


Procedimento:

      Escolher o tema, levantar todos os aspectos sobre o assunto, prós, contras, estatísticas, colher diferentes opiniões, diferentes pontos de vista, buscar informações em publicações. Definir sua opinião sobre o assunto e para qual lado irá pender, qual ideia irá defender.


      TÍTULO

   Após escolher o tema crie um título que desperte interesse e curiosidade do leitor. Coloque-o na parte central superior da folha.


      INTRODUÇÃO

      Primeiro parágrafo do texto. Exposição do assunto a ser tratado.
      Na introdução, não vale ainda opinar, mas apenas situar o leitor no assunto. A introdução não pode ter um parágrafo muito grande, será retomada no desenvolvimento e conclusão.

      DESENVOLVIMENTO

     Você vai poder misturar suas opiniões com os dados que você recolheu sobre o assunto, vai argumentar, expor seu ponto de vista, tentar convencer, sempre com o foco no público alvo, pensando em quem vai ler. 
      Use o que você leu e dê uma cara própria ao texto. A parte do desenvolvimento também pede seu raciocínio crítico. Nunca use a emoção para escrever, sempre seja centrado, não se exalte. No desenvolvimento haverá retomada do título e introdução, de modo a argumentar, ou dar suporte à argumentação.
      O desenvolvimento pode ter vários parágrafos, para fins didáticos, de um a três.

      CONCLUSÃO

     A conclusão é feita em um único parágrafo, com dicas suas para que algo possa melhorar, apresentação de soluções curtas ou para que seja evitado o que aconteceu, pode manifestar seus temores e seu otimismo. É uma nota para o futuro, ainda que, com pessimismo, dependendo do seu humor, mas nunca se exalte, otimista ou pessimista. Na conclusão haverá retomada do título, introdução e desenvolvimento, de modo a concluir, confirmando a ideia principal.

Lembre-se que você pode usar termose expresso~es no decorrer do seu texto como::


Não sou especialista no assunto, mas não é preciso que o seja para...

Não podemos continuar...
Somos seres racionais...
Tenho certeza de que...
Hoje quero dizer, falar....
Não sei se me aborrece ou me inquieta ver...
Prefiro...